Sunday, August 20, 2006

Bala de Menta e A Temível amigdalite

Qual é o inimigo mais mortal da amigdalite?
Amoxilina?
Dexametasona?
Não.
É a bala de menta.

Porquê?
Ou seria por quê, separado, e acentuado, ou porque, junto e sem acento???

Pur módiquê, estou eu sofrendo com essa horripilante infecção na garganta há umas 2 semanas, aquela lenga-lenga de 'vou desmaiar', 'me sinto mal', 'quero morrer'.
Tá, é legal ás pampas não poder dirigir porque se está zuretä de tanto tomar remédio, não conseguir se exercitar, não conseguir ajudar em nada, ou seja, virar um parasita dentro de casa, que só dorme. E reclama.
Claro, uma vez que quando se fica doente, o ato de reclamar é natural e socialmente aceitável.
Nem comer dá, porque dói.
E dá-le remédio, e spray de amidalin®, flogoral®, e o caralho.
E amoxilina, e feldene®, e cataflan®, e resfenol® e benegripe®, e aspirina®.
E nada da dor de garganta ceder.
Então eu num átimo de loucura, me arrastei até o mercadinho do tio manoel da esquina e comprei um sacão de balas de menta.
Louvado seja o criador das balas de menta.
Ou hortelã.
Sei lá.

A gripe não foi vencida, mas as balas de menta no bolso refrescam a garganta de 5 em 5 minutos.

Ahhhh...
Bala de menta...

Friday, August 18, 2006

Monografia gera traumas?

Será? Será?
Gera.
AHHH SE GERA!!
Ainda mais quando depois de um semestre se preparando, lendo feito um nerd condenado à forca, escrevendo e tomando no tóba do orientador, no semestre seguinte - o Gran Finalle, onde tem de defender a monografia - o acadêmico (eu, no caso hipotético suponhamos-nos-os, mas não tão hipotético porque é verdade) vai todo serelepe atrás do professor Orientador Filho da puta pra marcar uma hora pra ser orientada e este chuta.

- Professor, quando que a gente vai marcar uma hora pra orientação?
- Como?
- A hora pra orientação...
- Ah, mas eu não te orientei.
- (silêncio) Ha Ha Ha engraçado professor, agora, quando que....
- Não te orientei semestre passado, não tenho mais horário, tá tudo lotado.
- :O Mas COMO?????
- Não sei, não tenho horário pra orientar, não te orientei semestre passado.


Ô beleza.
Muito bem, alguém quer amendoind e gripe? Tô dando e vendendo.

Monday, July 24, 2006

Meu gloss Limão

Eu tenho um gloss com sabor de limão.
Na verdade, tem um puta cheiro de desinfetante.
Mas ele é bonitinho.
Veio num estojo com outros:
*coco (a cor é transparente)
*morango (vermelhinho)
*Laranja (dã)
*Cereja (rosinha)
*Uva (roxo)
*tutti-frutti (rosa bem claro)
*Menta (verde)
*Limão (Amarelo)

Na verdadenada tem de excepcional, só é diferente.
Mas diferente, quem não é???

Foda-se, eu preciso emagrecer, isso sim, aiuhaiuhaiuhuaiha

:***

Friday, July 21, 2006

E hoje teve... pescaria!

Rufem os tambores.
**Rufando**
Obrigada, Giban.

O fato é que agora, estou de férias.
E, estando de férias, eu tenho muuuuuuuito tempo livre entre o lavar a louça e coçar o saco (????), então, porque não, escrever de novo?
Não que eu tenha idéééias saindo pelas orelhas, aliás, a única coisa saindo pelas minhas orelhas é cera.

Hoje fomos pescar.

ô______
_ T..... . ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Sou péssima com desenhos.
Mas então, fomos pescar.
Até que rendeu, enter uma picada de mosquito e outra, a isca que não prestava, a vontade voltar pra casa logo, a umidade, o sol, etc etc etc...
Onde fomos é o açude de uma fazenda, então tem o descampado, limpinho, próprio pra botar a cadeirinha e ir tirando peixe da água, e, claro, tem o mato.
O mato é que é o legal, porque sempre tem um caboclo do bão que se embrenha, faz uma picada no meio dele e faz outra 'enseada' pra água, lá meio longe, pra pescar também, achando que lá tem mais peixe.
E eu fui explorar a picada no meio do mato, e cheguei numa miniatura de praia, que devia ter no máximo 2 metros e meio de comprimento, sem muitas árvores em volta, e areia.
Sem sol, fresquinho, muito fresquinho, era bem na curvinha da água.
Uma tetéia.
E eu cansada de trotar pra lá e pra cá, não me fiz de rogada, catei uma vara, um bolinho de isca fedorenta, uma esponja pra deitar, e levei pra lá com o propósito camuflado de pescar.
Claro, se eu tava pensando lá perto dos outros, e levei a vara pro outro lado, onde ninguém me via, eu estaria pescando também...
HOOHOOHOOOHOHOHOH
Estiquei a espuma no chão, tirei o sapato e deitei, Ô COISA BOUA.
Tirei um cochilo bacaninha lá.
Outro esperto também foi o Cláudio, que entrou numa clareira no mato pra 'pescar'. Mais dormiu do que pescou.

\o/

Viva a pescaria.

Sunday, February 19, 2006

And she will be loved...
She will be loved - Maroon 5

Saudadístico blog
Caralho, tava olhando de novo o meu antigo blog, e me bateu uma onda de tristeza e saudade e vontade de chorar, de reler quase toda a minha vida nos últimos 3 anos.
Juro que tô aqui chorando com uma nostalgia doentia, daquele tempo que tudo era dolorido mas eu tinha meus trunfos, minha amiga Carol e uma certa alegria diferenciada de viver, daquela típica de adolescente que tá descobrindo a faculdade, e que tudo aprece ser legal, mesmo quando se é uma porcaria de pessoa.
Me doeu o coração de me lembrar o porque de eu ter criado esse blog aqui: não lembro da senha do weblogger pra poder continuar postando naquele blog lá...
:'(
Lembrei de todas as pessoas que passaram pela minha vida como um cometa brilhoso e que hoje não tenho mais contato, como o Mario, o Zack, a Pucca, a Amandha, Deinha, Iris, O Billie e o viva la revolución, o Moskito, a Luh, porra uma caralhada de gente que eu realmente gostava - e ainda gosto.
Fui relendo tudo...
Coisas que eu nem lembrava mais, e elas foram clareando uma a uma, imagina se eu não tivesse escrito aquele blog, eu jamais lembraria de tantas coisas...
Esse é uma hora pesarosa pra mim, a forma que eu escrevia era diferente, até eu ri com meus posts, tinha algo de infantil e sutil neles.
Ou eu amadureci de vez ou me tornei uma pessoa amarga e inabilitada de escrever.
A culpa é do orkut.
Naquela época não tinha orkut...
Eu podia me dedicar ao meu blog e fazer dele meu pequeno recanto de tudo e de todos.
Não parei de chorar ainda.
Ler meus últimos 3 anos, ver ali nos arquivos: 'Janeiro 2003'
Porra, 2003!
Meu post de quando fiz 18 anos...
Vou fazer 21.
Não sei se isso é bom ou se é ruim.
Meu post de quando fiz 19 anos.
Vou fazer 21.
Não sei se isso é bom ou ruim.
Meu post de quando fiz 20 anos.
Vou fazer 21.
Não sei se isso é bom ou ruim...
Tô numa ambivalência de sentimentos que não sei explicar, tô me sentindo triste e feliz ao mesmo tempo, meio criança de tudo e meio adulta demais...
Tem coisas de quando eu tava terminando o colégio...
De quando tirei carteira de motorista... Já até renovei ela...
De quando fiz vestibular... Tô formando no final do ano...
De quando eu tinha o Iury... Hoje ele tá morto. Morreu de câncer...
De quando meu tio veio pra cá... Hoje ele tá morto. Morreu de câncer...
De quando a Evelise casou. Hoje ela tá morta. Morreu no parto...
De quando a Carlinha era minha amiga. Hoje ela tá morta. Ela se matou porque ficou grávida...
De quando eu chegava em casa e ia jogar na Br@sil_G@me com a Carol, com o Lelo, com o Med_vet, a Bililla, com o Chatlein... E eu era coordenadora daquela salinha de bate papo, onde todo mundo parecia que ia ser amigo pra sempre, e minha maior preocupação era conseguir vencer o Med_vet no joguinho do porque ele era o mais foda e o mais rápido de todos, e eu era a Ruiva_Rebelde, e naquela época eu lutava ainda...
Eu nem usava o msn direito.
Hoje eu tenho o Lelo, o Med_vet e a Carol adicionados no orkut. Não passam de uma fotinha que aparecem esporadicamente na home de amigos.
Lembrando da Amandha_sued, de quando a gente a toa criou a comunidade blogueira, que se tornou uma coisa tão grande e de realmente âmbito mundial, ganhavamos grana fazendo isso, e depois se juntou a Deinha e a Iris, e a gente conversava horas e horas sobre blogs, e como fazer a comunidade crescer, e era daqueles msn_groups, nada de orkut não.
E então eu fui perdendo o contato e começei a frequentar o Cifra Club, onde conheci o Paulo e o Thiago e a maggie...
E depois mais o orkut, onde o amor da minha vida me encontrou.
Agora só no msn mesmo.
Minha vida nessa porcaria de internet foi isso:
-blogueira sozinha
-comunidade blogueira
-Cifra Club
-Orkut
-Msn
Tipo, em fases. Teve a fase da blogueira sozinha, e por aí vai...
Nossa...
Tudo isso em 6 anos, sim, porque eu começei a entrar nessa vida virtual com 14 ou 15 anos.
Pra fugir dos meus medos e de um namorado que na época me estuprava e me machucava.
E tô aqui pra confessar, que tô louca pra não depender mais dela pra viver...
De qualquer forma eu tô com inveja de mim mesma, por não conseguir mais escrever textos legais como há 3 anos atrás.
E escutando Maroon 5 aqui compulsivamente, ainda a mesma música do título.
É triste, mas interessante ao mesmo tempo fazer essa retrospectiva...
Tenho agora 20 anos, faço 21 esse ano.
Sou quase psicóloga.
Tenho o homem com quem eu vou passar o resto da minha vida junto.
Tenho problemas muito mais sagazes e com uma magnitude muito maior do que aqueles postados em 2003.
Tenho muito mais experiência.
E tenho ainda o mesmo sonho de ser astrônoma...
Somethings never change...
Mas eu ainda tô com um sentimento engraçado dentro do peito que eu não consigo descrever.
Já vi que vou passar a noite em claro com esse torvelinho no coração sem saber o que pensar ou como descrever o que tô sentindo. Aliás essa é uma das características que eu adquiri desde o primeiro post no *+* Rosas e Rebeldia *+* (o PRIMEIRO blog de todos os que fiz): a capacidade de tentar compreender meus sentimentos.
Não sei se isso fez de mim alguém melhor ou mais calculista.
Me sinto mulher agora.
Engraçado né?
Muito capcioso isso...
Esse post tá enorme, e eu tenho vontade de continuar escrevendo por horas, é como se o estopim da disposição pra escrever tenha reaceso, é muito bom isso.
Tem um sorriso no meu rosto agora, apesar de não saber descrever o que sinto, eu sei que não é ruim. Talvez seja o crescimento que nos espera pra chegada da tal idade adulta. E isso me assusta e me fascina ao mesmo tempo.
Como uma criança que vai mexer numa lâmpada colorida e linda que nunca tinha visto antes, e que tá louca pra botar a mãozinha pra ver se aquela coisa tão impressionante é de verdade...
É...
Talvez eu não seja mais a mesma menininha de 3 anos atrás.
Olá vida real, me receba de braços abertos, que eu tô aqui pra te dar boas vindas!!!!
E Marcelo, eu quero tu do meu lado, já é um ano assim, e assim vai ser pro resto dos meus dias.
Eu te amo.
Amor, amor de verdade, eu também descobri nessa última fase minha de transição da vida. Até então eu achei que tivesse amado, mas não. Eu só gostei demais.
Amar é algo completamente diferente, que a gente SABE quando tá sentindo.
Porque tudo fica melhor, tudo vira um leque de possibilidades e de sentimentos infindáveis de bem estar e de júbilo.
Não tem como explicar.
Amar é o melhor dos dons do ser humano, sem sobra de dúvidas.
Eu sou capaz de amar, e sou digna de ser amada, e isso me deixa feliz de uma maneira que só Deus pode compreender talvez...
Mas tá me batendo um medo do que virá a ser a próxima fase da minha vida.
Ser profissional? Ser esposa? Ser mãe? Ser tia? Ser avó? Ser bisavó? Deixar um legado?
E de novo a lâmpada colorida na minha frente, e cada dia é um passo...
E eu vou chegar lá.
Ah eu vou, e tu vem comigo Celo.
:)
Vou dormir, com esse sentimento gostoso de descobrir que se virou gente grande, de saber o que é amor pra vida toda, de querer mais, de querer reparar os erros e quem sabe aprender a perdoar.
E vamos erguer as lonas, o picadeiro chama-se AQUI.

Tuesday, January 24, 2006

O Galo Castaldo

E a Oca Badessa
Com a Ánara Constessa
O Escorcete e o Marascalco
O Porquinho e a Porquinha
E o Joãozinho.
Atravessaram o rio fugindo do Lobo Mau, o lobo comeu todos durante a noite, enquanto ele dormia, Joãozinho que tinha ficado na árvore cortou a barriga do Lobo Mau, e trocou por pedras.
E todos saíram vivos da barriga do Lobo.
De manhã o Lobo Mau se sentiu enfastiado e foi tomar água no rio, as pedras rolaram pra cabeça e ele caiu e se afogou.

E todos viveram felizes para sempre.

.
Eu tô fugindo do meu lobo mau, mas se eu trocar por pedras, ele acorda.

Monday, January 23, 2006

Goosebumps

Um título em inglês dá aquele tcham de coisa supervalorativa como um boné Von Dutch de R$ 25,00 cor de rosa com a etiqueta "made in Taiwan".

Eu tinha esquecido que semana passada acho, ou foi por esses dias não me recordo bien tive um pesadelo, daqueles pesadelos recorrentes que passaram.
Eu tinha ido deitar com fone de ouvido, é uma mania minha, pego no sono escutando música.
Quando eu tava naquele estdo meio sono vigília, quando não se sabe se tá mais acordada ou dormindo, começou a tocar uma música dos engenheiros do Hawaii.
Eu gosto da banda, mas decidi que nuna mais ou escutar, por precaução a minha própria sanidade.
Músicas deles me lembram o colégio, que me lembram alguém, que me lembram mãos na minha cara me apertando e me sufocando.
Ouvia as bufadas nitidamente no meu ouvido, a dor no corpo e a pressão na boca e no nariz, os pulsos estalarem, palavras desconexas e meu desespero perdido.
Acordei num sobressalto tão grande suando frio, uma mão no peito e a outra na boca fazendo força pra respirar fundo mas não conseguia.
Tremia da cabeça aos pés.
Segurei o quanto pude enquanto caminhava com o spot da cabeçeira aceso no quarto, pisando no tapete fofo tentando voltar a respirar normalmente. Geralmente quando isso acontece eu grito, mas como ninguém apareceu no quarto, não devo ter gritado.
Segurei segurei mas quando vi tava sentada no chão chorando feito uma criança perdida numa praça grande.
Implorei pra que nada tivesse acontecido.
Sentia dor, muita dor, a mesma dor que senti quando tudo acabou há 6 anos atrás, dor na cabeça, dor na boca, dor no pescoço, dor na barriga, dor na vagina, dor nas costas, dor no coração, dor na alma.
E me sinto suja, indecente, esporrada por um marginal, é, bem assim que me sinto toda vez que isso acontece...
Fico com vergonha quando tenho esses pesadelos, o que vai pensar meu esposo quando eu pular na cama gritando de pavor chorando e espanando os braços pensando 'sai, sai!'...
O ruim disso tudo é conviver com outras pessoas com o mesmo nome.
Tenho um amigo (pelo menos ele era meu amigo, vai fazer um tempo que não sei dele, mas eu considerava meu amigo) que tbm tem o mesmo nome 'dele'.
É complicado...

Não falo essas coisas pra ninguém, porque sempre pela manhã eu praticamente me esqueço.
E também porque fico sem jeito de conversar.
E os outros não precisam ficar ouvindo isso de mim.
Tá em mim, e dói como uma ferida que cicatrizou mal. Ou que mal cicatrizou.


Bem... Esse é um post triste sobre meus pesadelos.
Sintam-se a vontade pra não comentar, se não quiserem...